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Antepassados nos ensinaram a bênção de que é fazer gratidão

PUBLICAÇÃO DO JORNAL EIKO

Publicado no jornal Eiko, nº 199, em 11 de março de 1953

Comentário 1: Não foi apenas uma vez que o Mestre Okada deixou claro que não gostava de religião. Chegou a dizer que nem foi ele que teve a ideia de transformar seu movimento ou sociedade que trabalhava incessante e constantemente o Tratamento ou Terapia. Essa transformação em religião se deu pela perseguição das autoridades da época que não permitiam tratamentos e curas que não fosse aceito pela medicina, sendo considerada ilegal. Então houve a criação da religião para fugir a perseguição em relação ao Tratamento. A ideia era que se houvesse uma investigação sobre a Terapia, seria dito que era “coisa de religião” e nada a ver com a medicina. Como muitas pessoas não sabem da história fica o registro para que entendam o que aconteceu na época. Também Okada deixou claro que a Terapia ou Tratamento jamais deveria ser considerado um ato religioso, deixando claro seu pensamento sobre o assunto. Tal ensinamento está colocado em outro texto desse Módulo a fim de que não haja dúvidas. Infelizmente o mesmo faleceu antes das condições no Japão estarem propícias junto com a vinda democracia para que se pudesse praticar a Terapia sem estar inserida no contexto religioso. Seu falecimento ocorreu no mesmo ano em que a democracia foi instituída com a fundação do Partido Liberal Democrata que ganhou as eleições de 1955.

Comentário 2: Conforme comentário acima, fica claro entender que havia ao invés do pagamento pelo Tratamento instituído pelo Mestre Okada, passou-se a ser o donativo de gratidão a partir da criação da religião. Anteriormente Okada já tinha falado sobre o desejo de se criar um método ou Plano de Saúde para que as pessoas pudessem ficar tranquilas quanto as questões de saúde e ao mesmo tempo e ao mesmo tempo estaria resolvida a questão do pagamento pela Terapia. A Ultra Ciência lançou agora, dia 04 de fevereiro no site da Nippon Therapy o Modelo de Plano para Terapeutas, que funciona semelhante a um Plano de Saúde. Aconselhamos a todos os Terapeutas que se adquiram um Plano a fim de obterem diversos benefícios. Participar ativamente do nosso trabalho pode ser considerado um ato nobre e de grande valor (com a aquisição de um Plano além de poder usufruir de receber Terapia constantemente e ainda valorizar os Terapeutas e as Clínicas e merecem nosso reconhecimento além de terem descontos nos cursos), visto que nosso ideal é tirar as pessoas do sofrimento e espalhar essa forma na sociedade e no mundo.

Comentário 3 : Essa questão de Antepassado não sabemos a origem desse tipo de orientação, porém existem diversos casos de Depoimentos onde as pessoas da família que já faleceram (considerados após a morte como antepassados) serem beneficiados também no Mundo Espiritual como Terapeutas após receberam a Medalha do Terapeuta com um valor (donativo) realizado com essa intenção. Mas como podem ver essa orientação já existia na época de Okada visto que foi publicada em 1953. Apesar de não sermos uma Instituição religiosa, como dito e esclarecido diversas vezes inclusive nas Lives semanais, as pessoas se sentirem vontade podem fazer doações com tal objetivo, bastando para isso solicitar o Link aos Diretores, neste link a pessoa é que determina o valor da doação. A título de comparação, a Medalha para ser adquirida fora do Curso (por perda, roubo etc) (entrar em contato e consultar com responsável) – Correspondente ao Nível 1 da Terapia, mas o esforço de cada um é o mais importante. Sempre recebemos doações de diversos Terapeutas, desde o início de nossas Atividades, por diversos motivos ou objetivos, e isso permitiu que fizéssemos diversos investimento e pudemos chegar a realizar tantas coisas com bastante resultados.

Depoimento:

Sra. Shioaki Tomo, 58 anos – Estado de Okayama:

Primeiramente, quero agradecer a Mokiti Okada por todas as graças que recebi desde que ingressei na Instituição. Eu e minha família também somos muito gratos por esta experiência que vivemos. Nela, aprendemos por meio das palavras de um antepassado a importância do donativo de gratidão. Sou uma simples dona de casa e vou dar o meu depoimento.

No dia 10 de fevereiro, eu e minha família fomos ao culto mensal da difusão (* Na época conforme dito no Comentário 1 devido já era Religião. Quanto ao que se chama Culto era mais um festival, comemoração do que se conhece hoje como sendo culto – era um dia dedicado a alegria, festividade e se ouvia ou era lido ensinamentos do Mestre Okada) que fica próxima de nossa casa. Recebemos vários Ensinamentos e também nos foram dadas várias explicações sobre a campanha da nova Medalha. Nessa mesma noite, já em nosso lar, conversávamos sobre os temas abordados no culto, quando minha sobrinha Emiko de 25 anos chegou dizendo que não se sentia muito bem. Comecei a ministrar-lhe o Tratamento, quando, subitamente, ela principiou a manifestar o espírito do irmão mais novo do meu marido, que falecera havia 30 anos e tinha apenas 25 anos de idade então. Frequentemente essa sobrinha manifestava o espírito de sua avó, mas desta vez veio o do meu falecido cunhado, que nos disse o seguinte:

“Vim dar este depoimento para comprovar, efetivamente, que agora a situação do Mundo Espiritual está ficando mais difícil. O assunto que vocês ouviram na Instituição (*) e de que falavam a respeito há pouco representa muito menos do que realmente acontece nesta dimensão (espiritual). A cada dia as palavras de Deus estão ficando mais severas. Vocês pensam: “Ih, podia chegar logo o Juízo Final!’. Mas isso é um absurdo! Parem e reflitam: vocês acreditam que, chegando esse dia, suas almas terão condições para receberem o perdão de Deus? Da maneira como estão agora, não conseguirão ser salvos. É preciso aprofundarem mais a fé (** – estudo sobre Deus e as maneiras de se elevar espiritualmente). Eu morri há 30 anos, mas ainda sofro com a doença. Sinto inveja dos espíritos que receberam a Medalha. Não é possível sequer tentar conversar com eles, pois estão num nível muito acima do qual me encontro.” com essas palavras, encerrou o seu discurso e foi embora.

Ficamos ainda conversando sobre o que ele nos revelara e perguntávamo-nos de que forma poderíamos aprofundar ainda mais a nossa fé (**). Foi então que minha sobrinha se queixou novamente, dessa vez porque sentia dores no quadril. Passei a ministrar o Tratamento, e o espírito do meu cunhado voltou a se manifestar:

“Quando estava voltando ao Mundo Espiritual, encontrei com a Yoshiko que me pediu para dar o seguinte recado: “Como o soonen da família mudou, por favor, passe esta mensagem’, disse ela”. Yoshiko é a minha filha que havia recebido a Medalha antes de vir a falecer em 1950. Em seguida, meu cunhado prosseguiu com o relato do que ela havia lhe dito.

“Quando eu ainda vivia, recebi a Medalha e, mesmo ficando doente, não tomei nenhum remédio até a minha morte. Por essa razão, recebi o perdão de meus pecados e agora me sinto bem e estou muito bonita. Desde então, vivo uma existência muito feliz. Depois que vocês participaram do culto (*), pude perceber uma mudança no soonen (*** – Sentimento e pensamento) da família e, por isso, gostaria de fazer um pedido. Conforme foi dito a respeito da campanha da Medalha no culto de hoje, gostaria que vocês fizessem donativo relativa às cinco pessoas da família. Com essa oferta, receberei, aqui no Mundo Espiritual, a qualificação de missionária (pessoa que se dedica a cuidar dos outros que estão em sofrimento). Quando viva, tive poucas oportunidades de dedicar, pois era mãe de três filhos e não tinha muito tempo. Mas agora que estou neste plano, sinto-me muito feliz por poder fazê-lo exclusivamente na salvação das almas. Como no Mundo Espiritual a palavra de Deus está ficando cada vez mais severa, sinto muita pena das pessoas que não têm a Medalha. Raras vezes consegui encontrar meu marido que morreu repentinamente e, por mais que ele tente, vai levar mais de mil anos até que consiga chegar ao nível em que me encontro agora. Portanto, gostaria que fizessem essa gratidão o mais rápido possível, para eu poder receber essa qualificação e passar a dedicar na salvação das almas que estão perdidas aqui no Mundo Espiritual”. Ao terminar de dizer essas palavras, a alma de meu cunhado foi embora.

Quando ouvi esse pedido, fiquei um pouco preocupada, pensando se meu marido compreenderia a importância de fazer essa oferta (da Medalha), e cheguei a orar a Deus. Mas na manhã seguinte bem cedo, depois de refletir sobre esse aviso do plano astral, ele mesmo colocou em nosso altar domiciliar a quantia certa e disse para que a levássemos logo para a Instituição. Nesse momento, senti imensa alegria por ele ter feito a doação de coração; pela minha filha que se tornaria missionária no Mundo Espiritual, e também por podermos ajudar na Obra da construção do Reino do Céu aqui na Terra. Imediatamente me dirigi para a Instituição e fiz o donativo de gratidão. Passados alguns dias, na noite de 14 de fevereiro, minha sobrinha retornou à minha casa para receber o Tratamento. Enquanto ela recebia a Luz (Energia da Terapia), o espírito de minha filha Yoshiko manifestou-se novamente, dizendo: “A gratidão já está a caminho da Sede Central e, a partir de amanhã, começarei a dedicar como missionária. Recebi a permissão de vir aqui lhes agradecer”.

Falou isso e ficou algum tempo com a cabeça baixa, chorando com emoção. Depois continuou: “Hoje os antepassados fizeram uma comitiva numa verdadeira demonstração de agradecimento antes que eu viesse até aqui”. Com essas palavras, ela se foi.

REFLEXÃO:

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