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Depoimento – Estômago – S. S.

Vou relatar um caso que passei nesses dias:

Em um fim de semana, minha filha de 4 anos começou a vomitar logo depois do almoço. Comecei a fazer terapia, mas, ao invés de investigar na cabeça, estava fazendo diretamente no estômago. Os sintomas pareciam ficar piores. O vômito se estendeu até  à madrugada. Já sem nada no estômago, nem água parava. A cada 20 minutos ela acordava para vomitar.

 Eu e meu marido decidimos levá-la ao hospital, pois já estava ficando fraca e desidratada.  O médico receitou um remédio pra vômito. No entanto, à medida que tomava o medicamento, ela começou a sentir fortes dores no estômago. Meu marido começou a ficar desesperado, pois já não estava mais aguentando ver a menina sofrendo tanto. Por fim, acabou até comprando ibuprofeno por conta própria pra ver se as dores diminuíam. Assim que tomava o medicamento ela melhorava, mas pouco tempo depois piorava novamente. Então, comecei a refletir: o que estamos fazendo? Temos conhecimento da terapia, sabemos dos perigos dos medicamentos e sabíamos que ela estava passando por um processo de purificação. Mas, a preocupação em ver a filha sofrendo, sem querer comer, já estava nos afetando.

O fato de a terapia não ter funcionado no primeiro momento nos abalou e enfraqueceu nossa confiança. Então pensei: será que realmente investiguei corretamente? Será que fiz a terapia no local correto?

Busquei orientação e me foi explicado que o medicamento  para vômito estava causando as dores no estômago e que os pontos corretos para ministração estavam na cabeça.

Conforme a autossimilaridade, a parte frontal do lado esquerdo equivale ao estômago. Eu deveria ministrar primeiramente no lado oposto desse mesmo ponto, ou seja, na parte posterior da cabeça, e em seguida na frente. Mas antes de tudo, foi dito que

 eu deveria confiar na terapia, interrompendo o uso do medicamento, senão não iria haver melhora, pois cada tratamento causaria efeitos antagônicos.

Eu e meu marido conversamos e refletimos bastante  e decidimos optar pela terapia.

Os resultados foram surpreendentes! Após alguns minutos de terapia, apenas a região esquerda da cabeça começou a transpirar. A febre que havia no local logo baixou e era nítida a diferença de temperatura de um lado da testa com o outro lado. Nesse dia ela não vomitou mais. Durante os dois dias seguintes ela sentiu dores apenas à noite, um pouco antes de dormir. Então, eu aplicava a terapia nos pontos da cabeça. Ela se acalmava e dormia em seguida. No terceiro dia já estava bem melhor e não sentiu mais dores. E o apetite voltou com tudo!

Ontem começou a ter um pouco de diarreia e entendo que o organismo dela já esteja querendo eliminar toda a toxina medicamentosa que ingeriu por esses dias. Dessa vez, logo pedi orientação para realizar a terapia no local correto.

Bom, o que aprendi com tudo isso é que devemos tomar muito cuidado antes de iniciar a ministração. Investigação é a chave de tudo! Por isso o estudo é fundamental.

A terapia só surtirá efeito correto se a realizarmos nos pontos corretos; caso contrário, não há efeito, ou, até mesmo piora a situação.

Acredito também, que precisava passar por essa situação para aprimorar a questão do desapego. Quando aplicamos terapia em pessoas que não seja um filho ou parente próximo, conseguimos ficar mais relaxados, e segundo o Mestre, a energia flui muito mais forte. Mas, em se tratando de filho, ficamos muito apreensivos e isso atrapalha muito, enfraquecendo o poder da terapia. Muitos aqui que possuem filhos pequenos, entendem muito bem essa situação. E precisamos apenas acreditar e deixar a energia fluir e fazer a sua parte. Foi um grande aprendizado! E espero me fortalecer cada vez mais!

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