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Doutrina da Ciência Espiritual

Visto pela ótica da Universidade Livre da Ciência Espiritual

É a reunião de ideias e princípios de Ordem Espirituais Divinas a serem apreendidos, como esse seu trecho do fundador da Ciência Espiritual que trazemos agora na Universidade Livre:

“A nossa Doutrina Mundial não é simplesmente uma religião [por ser espiritualista]. Naturalmente, ela tem uma parte religiosa, mas não se restringe a isso. Sua principal tarefa é a da salvação [que não é a só biológica, mas também a psicológica, a social, a espiritual, etc. e diz respeito a salvação a sair do sofrimento ou do estado infernal, por isso o termo salvação é utilizado, como salvar do sofrimento, ou salvar do inferno], que será na História um evento marcante como jamais se imaginou. Eis porque a denominei Doutrina [ da Ciência Espiritual ]. Na verdade, trata-se de uma algo que está acima das religiões, ou melhor, é  [ uma ultra ciência???], pois sua missão – a da salvação – é uma tarefa sem precedentes.” Essa ultra [ ultra ciência???] que salva, tem sua ideia sobre a ciência:

“A ciência atual é evidentemente materialista [isso quer dizer que a mesma não reconhece a existência do espírito do ser humano, da natureza e portanto da existência de Deus e respectivamente de suas Leis, Vontades e Precedência ou Primazia]. Seu progresso teve por base a pesquisa do que é visível e palpável, e o resultado foi um conhecimento apenas superficial, sem perceber que no interior de todas as coisas existe algo importante, semelhante ao nada. Trata-se daquilo a que se chama de espírito. O espírito é a fonte de tudo, e enquanto não se reconhecer isso, por mais que a Ciência [materialista] progrida não passará de um progresso parcial, desequilibrado; não será possível, portanto, surgir à verdadeira cultura.”

“Sabemos que o conhecimento científico [ciência materialista] caminha velozmente, ao passo que o espiritual [ciência espiritualista], baseado na Religião [ou considerados conceitos religiosas por falta de uma compreensão melhor], caminha desesperadamente lento. A religião conservou seu estado inato, mas sem alcançar muito progresso, desde o início da civilização, há milhares de anos. Isso explica a grande distância entre ela [espiritualista] e a Ciência [materialista].

Esta última [ciência materialista] veio a destacar-se, e a parte espiritual distanciou-se a ponto de desaparecer da nossa  vida. Por fim, o homem tornou-se indiferente ao espírito, chegando a confundir Ciência [materialista] com Civilização. Ele se ajoelha diante do trono da Ciência [materialista] e se satisfaz na sua condição de escravo. Este é o aspecto do mundo moderno. Por acaso o homem não prova isso entregando nas mãos da Ciência [materialista] o que ele tem de mais precioso, que é a vida? Embora ela não consiga garantir a vida humana, os homens modernos não o percebem e continuam depositando-lhe cega confiança.”

Essa ultra ciência que também pode ser denominada de ultra religião [ ou seja, mais que religião como conhecemos e mais que ciência materialista atual ] que salva, tem princípios filosóficos [ espirituais ] calcados no pragmatismo e no intuicionismo, e ainda diz o grande cientista:

“Na mocidade, apreciei muito a Filosofia. Entre as inúmeras teorias filosóficas, a que mais me atraiu foi o pragmatismo, do famoso norte-americano William James (1842-1910).” E ainda continua:

“O assunto me faz recordar o pragmatismo de William James, o famoso filósofo americano. Essa doutrina filosófica preconiza a “filosofia em ação”, e eu pretendo estendê-la também à Religião, isto é, a Religião deve ser prática e ativa.” “Quando jovem, fui simpatizante da teoria de Henri Bérgson, o eminente filósofo francês (1859-1941). Ainda me lembro dessa teoria e vou expô-la, nesta oportunidade, por considerá-la de grande proveito do ponto de vista religioso [espiritualista???]. Segundo minha interpretação, a filosofia de Bérgson baseia-se nestes três princípios: “Todas as coisas se movem”, “Teoria da Intuição” e “O eu do momento”.

“Dentre eles, o que mais me impressionou foi a “Teoria da Intuição”, a qual diz o seguinte: “É algo dificílimo ver as coisas exatamente como elas são, captar o seu verdadeiro sentido, sem cometer o mínimo engano. (…) O outro princípio – “Todas as coisas se movem” – significa que tudo está em eterno movimento. Por exemplo: nós não somos os mesmos de ontem, nem mesmo o que fomos há cinco minutos atrás; o mundo de ontem não é o mesmo de hoje. Isso abrange também a sociedade, a civilização e as relações internacionais. Precisamos, portanto, fazer uma observação fiel, isto é, uma observação clara, do homem e de suas transformações.

Ao invés de modificarem seus pontos de vista e pensamento, para acompanharem o constante movimento evolutivo, as religiões antigas criticam a religiões novas, servindo-se de conceitos religiosos milenares. Eis por que não conseguem ter uma ideia exata a respeito delas.

Esta é a teoria de Bérgson aplicada ao campo religioso.”

“A razão pelas quais as pessoas não entendem coisas tão fáceis é que elas não ficam no estado do “eu do momento”, talvez por não terem conhecimento, ou melhor, consciência disso. Segundo a teoria de Bérgson, mal o homem começa a ter noção do mundo à sua volta é cercado de comentários, imposições de lendas e instruções, que lhe criam uma espécie de “barreira mental”, antes de atingir a maioridade. Essa “barreira” o impede de assimilar novas teorias.

Uma mente desimpedida as compreenderá com facilidade, pois tem livre arbítrio; por isso aconselhamos que a mente seja aberta como uma página em branco. Entretanto, são raros os que percebem a “barreira”. Quem já leu o princípio de Bérgson, comece a ser, agora, o “eu do momento”. Este “eu do momento” refere-se à impressão instantânea, captada no momento em que se observa ou se ouve alguma coisa. É agir como uma criança, sem dar tempo para a intromissão de “barreiras”.”

Sobre esses estudos e verdades, Okada assim define seus ensinamentos: “Como se trata de um Ensinamento novo, que não pertence exclusivamente nem à religião, nem à filosofia, posso dizer, numa explicação meio forçada, que é uma filosofia religiosa.” [filosofia aplicada à religião, e não uma religião filosófica, ou seja, religião aplicada à filosofia].

Antes de passarmos para o estudo da doutrina ativista quântica, nosso próximos estudo onde traremos a visão e opinião de diversos cientistas e alguns bem renomados,  se registra que a filosofia compreende:

Metafísica (visão, verdade), ética (bem), estética (belo), epistemologia (conhecimento) e lógica (raciocínio). Uma oposição fundamental na metafísica é materialismo versus espiritualismo, enquanto na epistemologia é idealismo versus realismo.

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