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O Amor como Flor da Vida: Uma Filosofia de Sabedoria

Na jornada da vida humana, nenhum outro dilema se mostra tão complexo e de solução tão esquiva quanto o amor. Essa inebriante emoção é, ao mesmo tempo, a flor da vida e o seu espinho. Alguns enxergam o amor como um soberano inquestionável, enquanto outros o veem como a causa da imoralidade. Nesse contexto, apresentamos nossa visão sobre o amor.

O amor é a maior bênção que Deus conferiu ao ser humano; é uma atração tão poderosa que, mesmo apreciando sua beleza, nunca é o bastante. No ápice do sentimento, o amor pode tornar-se perigoso, levando alguém a desprezar a própria vida. Assim, não seria exagero afirmar que as histórias românticas e as peças teatrais não existiriam sem esse sentimento. A vida, caso desprovida do amor, seria como um campo árido no gélido inverno.

Contudo, ao observar a realidade, é evidente que encontramos mais exemplos de infelicidade do que de felicidade no amor. Desentendimentos entre pessoas, sofrimentos sem solução, destinos destruídos, suicídios e até homicídios, quase sempre, têm suas raízes no amor. É, inegavelmente, uma força avassaladora.

Dessa forma, passamos a descrever, sob a perspectiva religiosa, a abordagem correta para lidar com o amor.

Embora possa parecer um problema intrincado, enfrentá-lo é mais simples do que parece. O amor deve ser inteligente, corajoso e verdadeiro. Tomemos como exemplo o amor entre um homem e uma mulher.

Neste caso, não devemos nos deixar levar pelas emoções pessoais, mas sim encarar a situação objetivamente até o fim.

Para tanto, é crucial considerar os resultados: pensar na futura felicidade e infelicidade de ambos. Se o objetivo final for o casamento, isso representará um bem e resultará em felicidade. Por outro lado, se o relacionamento não visa o casamento, mas é apenas fruto de uma impulsividade momentânea, é provável que a mulher fique infeliz, configurando-se como um mal.

Alguém poderia objetar: “No amor, não devemos ponderar entre o que é bem ou mal, ou qual será o resultado; apenas amamos. Deixamos-nos levar pelo ímpeto irrefreável do amor.” Todavia, esse tipo de amor é cego, levando-nos a sermos engolidos por paixões passageiras. Um homem que se rende assim não pode ser considerado verdadeiramente homem e dificilmente alcançará sucesso na vida. O que defendemos é que devemos controlar o amor a todo custo. Dessa forma, evitaremos cometer erros. Por sua vez, a mulher deve admirar e respeitar um homem que demonstre tal domínio, o que aprofundará o sentimento entre eles e trará satisfação mútua.

Em resumo, nossa visão do amor jamais é negativa. Ele é, verdadeiramente, a flor da vida. Apenas não devemos permitir que o amor nos domine; se conseguirmos controlá-lo, jamais cometeremos equívocos.

Em termos gerais, essa é a filosofia do amor que compartilhamos, enxergando-o como uma sábia lição a ser aprendida na jornada humana.

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